Escritor Misterioso

Resolvi escrever algumas histórias que foram muito sem noção, mas que achei que valiam a pena serem contadas, pois todas as vezes que juntamos eu e meus amigos rachamos a barriga de tanto rir de como éramos babacas e toscos, mas pelo menos o que foi tristeza antes, hoje rende algumas alegrias.
Para preservar a identidade de todos alterei todos os nomes e algumas outras informações, nada que comprometa a história e nem altere sua veracidade.







Prefácio

Alguns indivíduos irão aparecer com maior frequência e por isso gostaria de apresenta-los em uma breve descrição:

  • Pedro: O virjão cagão da galera, aquela que reclama de tudo e precisa beber muito (mesmo não aguentando) para conseguir chegar em alguém, e mentiroso compulsivo, daquele tipo que come Deus e o mundo quando saí sozinho;

  • Bruno: O que se faz de certinho, era do tipo que as meninas pagavam pau quando viam e ele sempre podia escolher quem pegar, era o mais sensato dentre nós e era a linha de equilíbrio que muitas vezes nos salvou de boas encrencas (apesar de nos colocar em algumas também, afinal ninguém é perfeito);

  • Marcos: o cachaceiro porra louca que só queria transar no final da noite não importando com quem, reza a lenda que ela comia gays para salvar uma grana (como esse relato veio de Pedro, nosso mentiroso compulsivo tenho lá minhas dúvidas, apesar que vindo de Marcos eu não duvido de nada) mas sua melhor característica era ser GPS de puteiro;

  • Luiz: O jacu da galera, morava perto de Pedro e só por isso colava conosco, só sabia encher o saco e fazer a gente passar vergonha, até hoje não entendo porque deixávamos ele colar com a gente nos rolês;

  • Carlos: O mão-de-vaca da galera, aquele que fazia de tudo para não gastar dinheiro, além disso ele se destacava pelas cantadas de pedreiro e por uma coreografia ridícula de dançar com as mãos para cima (independente do ritmo, há relatos que uma vez ela dançou a 4ª sinfonia de Beethoven com essa mesma coreografia, mas essa história ainda não foi confirmada, kkkk);

  • Eduardo: O mais “galinha” de meus amigos, acho que ser DJ ajudava, só queria saber de se aparecer com produtos de marcas e bebedeiras, mas colar com ele era certeza de mulher bonita no rolê;

  • Mauricio: O grosso da galera, aquele tipo de cara sem noção que esculhamba as meninas na cara dura, mas era um grande parceiro que me ajudou em grandes tretas;

  • Cristina: Minha primeira namorada, morena, alta, temperamental, na verdade uma doida de pedra, ciumenta e encrenqueira, mas adorava sexo e com 21 eu não esperava mais de um namoro, por isso suportei suas crises por 5 meses;

  • Priscila: Minha segunda namorada, morena, linda e submissa, porém sem juízo, era mais aberta no sexo desde que eu lhe garantisse sempre um bom oral (sempre achei uma troca justa), era mais caseira e por isso nossa maior atividade era transar e comer gordices em frente à televisão.
Bem, esses são as pessoas maior frequência, os demais eu os descrevo brevemente nas histórias que aparecerem. Quanto a mim me definirei apenas como “EU”, um jovem sem noção que fazia tudo por uma boa história e sempre foi ímã de confusão, viciado em cerveja, pizza e sexo aprontou mais do que a média dos rapazes da sua idade, sempre o palhaço da turma, a personificação da frase: “Perco o amigo, mas não perco a piada”, porém ainda bem nunca perdi nenhum dos dois.
No mais espero que possam rir também, mas que jamais se inspirem nas cagadas minhas e de meus amigos até os 20 e poucos anos, pois tem coisas que eu acho que só acontecem comigo, tipos essas que vou lhes contar a seguir.

CHUTA QUE É MACUMBA - 2008

Eu e mais dois amigos estávamos bêbados demais e voltando de uma festa quando eu vi um trabalho de macumba, rindo de bêbado mostrei para meus amigos, um deles dá um grito:
Amigo 1: Caralho é macumba mesmo!
Amigo 2: Velho vocês já ouviram falar que quem chuta macumba a perna fica dura?
Eu: Ah veio, para de onde estamos bêbados, não burros!
Amigo 2: Então eu vou chutar essa porra para ver se é mesmo verdade
Eu: kkkk, vai lá man, mete o pé nessa porra!
Amigo 1 mete o pé e é farofa, galinha, bala e uns bonequinhos esquisitos para tudo quanto é lado, quando vejo aquilo penso que é um desperdício deixar aquela galinha ali, galinha é frango e frango é a comida certa para o domingo.
A mãe do meu amigo era uma ótima cozinheira, dei a ideia de falarmos que ganhamos o “frango” em uma rifa, assim fizemos e ela cozinhou para a gente, ainda fez um tutu de feijão e um pirão (que delícia!), e uma coisa eu posso garantir: nem chutar e nem comer macumba não fazem mal algum pois até hoje estamos todos andando e saudáveis.


NA PORTA DA IGREJA? - 2010

Já tinha um tempo que eu trocava ideia com uma garota no MSN vou chama-la de Larissa nessa história, marcamos de encontrar na pracinha da igreja, chegando lá eu não estava para muito papo, a garota não era muito gata (eu sabia disso, obvio, mas quando se está na seca os critérios abaixam um pouco) e já falávamos muita sacanagem, então entendi que estaríamos na mesma vibe, começamos a nos beijar e depois de um certo tempo ela reclamou que eu estava muito apressado, ignorei e continuei, ali no calor do momento eu não pensava direito.
Depois de uns amassos mais ousados e de chupar seus peitos eu lhe peço que faça um boquete para mim. Ela fecha a cara, me olha com cara de desaprovação e diz que o máximo que eu ganharia naquela noite seria uma punheta (kkkk, eu não consigo lembrar disso sem rir, se no momento eu não aguentei segurar os risos, porque iria fazê-lo agora?) Ainda aos risos disse que isso seria bom para início.
Larissa: Você não entendeu, eu não vou chupar seu pau e muito menos transar com você na rua, ainda mais em frente à igreja, fique feliz por eu te masturbar.
Cara eu não consigo mesmo entender a mente feminina, a garota preferiu sair com a mão toda melada de porra do que chupar meu pau, até mesmo porque faz todo sentido: Chupar um pau em frente à igreja é pecado, agora masturbação? Ah isso é tranquilo. Kkkk como eu sou imã para mulheres doidas!

A TEORIA DO BOQUETE - 2008

Eu buscava por situações inusitadas quando era mais novo, queria ter histórias para contar e achava que seria o “fodão” se tivesse uma dúzia dessas histórias para contar a meus amigos.
Um amigo meu uma vez me disse que as gordinhas são as melhores no boquete, então eu decidi que precisava testar essa teoria, afinal quem não curte um bom boquete? Comecei a caçada a gorda boqueteira no MSN (nessa época o MSN era para mim um delivery de putaria) Depois de um tempo achei a garota certa para o “trabalho”. E fui extremamente assertivo na minha escolha pois Pamela se mostrou tão interessada e empolgada com a ideia quanto eu (eu estava mais interessado em testar a teoria, e ela que queria pagar de doidona também, queria testar a ideia de chupar um pau no beco a duas quadras de sua casa).
Marcamos de encontrar já no beco e chegando lá nem teve conversa já partimos para ação, eu abaixei um pouco a calça e ela veio “mamando” sem dó, a garota era esforçada (eu cheguei em casa com a marca das unhas dela em minhas coxas, ela me apertou muito enquanto me “mamava”, e eu tão entretido nem vi que estava deixando marcas, mas também se percebesse não iria interromper a garota) mas não foi nada extraordinário como a teoria relatava e já tinha recebido boquetes melhores, de garotas bem mais bonitas de rosto e corpo.
Terminei, gozei e ela engoliu, veio até mim querendo me beijar, não tive como negar depois de um trabalho dedicado ela merecia uma gratificação (por favor não riam de mim, eu mereço isso por tentar validar a ciência de boteco), conversamos um pouco e fui embora, tinha cumprido meu objetivo.
Liguei para meu amigo no dia seguinte e lhe falei que ele estava errado em sua teoria e que apenas tinha pego uma gordinha boa de boca.


DESCULPE, MAS NÃO VAI ROLAR - 2012

Eu namorava uma garota chamada Priscila, já estávamos com 5 meses de namoro e ela era daquelas garotas meio enjoadas, cheia de não me toques, mas ela era linda e muito submissa a mim e eu tinha paciência pois gostava da garota e me beneficiava de sua submissão de várias formas (sim eu sei que eu era extremamente egoísta, mas eu tinha 21 anos, nenhum juízo e uma gata submissa a minha frente, por favor não me culpem), um dia estávamos assistindo Supernatural no PC, quando do nada eu começo a chupar Priscila, que cheia de não me toques me diz que ali não rolava, porque meus pais estavam em casa (a gente já tinha transado no meu quarto antes, porque isso agora?), paciente que sou chamei ela pra ir ao motel, ela aceita e mais que depressa levanto, pego as chaves do carro e seguimos sentido nosso destino.
Chegando na suíte começamos com os amassos e quando começo a despir ela me solta essa:
Priscila: Desculpe, mas não vai rolar
Eu: Oi? Como assim não vai rolar?
Priscila: Eu não estou no clima, só vim porque vi que você queria muito e eu não quis te contrariar
Eu: Mas se era para não me dar de qualquer forma era melhor ter ficado em casa, lá pelo menos é de graça!
Priscila: Eu achei que chegando aqui eu iria ficar com vontade, mas não rolou, desculpe mesmo amor.
Dá para acreditar? Minha namorada não quis dar para mim no motel, me fala quem vai para o motel para ter uma DR?


GAROTA, ABAIXA ESSA BLUSA! - 2007

Eu tinha uma namoradinha da época de ensino médio, Ana era um ano mais nova que eu, porém bem mais experiente, no que se pode ser a experiência de uma menina de 16 anos nascida na década de 90 (hoje as meninas estão bem mais “sabidas” que as novinhas da minha época), ela morava a uns 8KM de minha casa e eu ia vê-la todo dia (de bike, sabe como é homem vai a qualquer lugar quando sabe que tem uma boceta lhe esperando), nossa rotina era sempre a mesma, ficávamos na sala assistindo televisão, ela fazia isso pois assim podia vigiar a irmã mais nova Poliana (14) que ficava com o namorado na varanda, quando o namorado da irmã ia embora (por volta das 22:00) é que a diversão começava (pelo menos para mim), como as garotas dividiam o mesmo quarto e a porta do mesmo era de frente pra sala, íamos pro cômodo ao lado onde ficava o computador, não era muito confortável, mas não tenho do que reclamar.
Mas esse relato é apenas para que entendam como funcionava a rotina da casa, não posso esquecer de mencionar o fato de que a mãe delas saia todo dia as 19:00 horas e só voltava lá pelas 03:00 da madrugada e eles não faziam ideia de onde a mãe ia e nem ousavam perguntar.
Certo dia cheguei na casa de Ana como de costume e como sua casa era no pavimento superior e eu estava “tinindo” (se é que você me entende) propus que ficássemos ali na escada para poder “aproveitar” melhor o momento.
Ana: Melhor não minha irmã não pode ficar sozinha lá em cima com o namorado por muito tempo
Eu: Ela não vai fazer nada de errado, relaxa gata!
Ficamos ali um tempo nos curtindo e quando subi nos deparamos com uma cena que para relatar vou apenas repetir as palavras de Ana e deixo o resto com a imaginação do leitor:
Ana: POLIANA, BAIXA ESSA BLUSA AGORA!
Cara, eu tive que segurar muito para não rir, a cara de Poliana e de seu namorado que foi pego literalmente com a boca na botija era realmente impagável, mas o pior foi ter de ouvir o novo testamento inteiro de Ana falando que por minha culpa e de meu tesão desmedido aquilo tinha acontecido, pode isso? Só mesmo comigo.


DEIXA EU GOZAR TAMBÉM - 2010

Uma vez eu e Marcos saímos no carro de seu pai para dar um rolê, e depois de rodar metade da cidade Marcos cismou que queria comer uma puta, eu topei e falamos que fossemos em um puteiro, mas ele queria economizar e resolveu ir na “pedra” a pedra é uma esquina de uma avenida movimentada da cidade que realmente tem uma pedra na esquina e as garotas ficam sentadas nessa tal pedra esperando seus clientes, até aí tudo bem, ocorre que as garotas do local são as mais feias possíveis.
Tentei ao máximo mudar o destino, mas ele está decidido e do lado do volante, logo não tive muito como mudar o rumo, chegando lá ele foi conversar com a puta (ela tinha um corpo perfeito, mas uma cara de dragão, o típico camarão), ela cobrava R$60,00 e tentou me convencer, com a seguinte frase:
Puta: Gato, vem também enquanto um me come eu chupo o outro, você vai gostar!
Eu: Não obrigado, vou passar (eu comia garotas muito melhores por R$70,00 em um puteiro que eu frequentava esporadicamente, na relação custo benefício a garota dançou), fora que ela não tinha local e Marcos ia comer a puta em uma rua escura que já era conhecida como “motel de pobre”, ele foi no carro e eu desci até um trailer que tinha logo abaixo para comer um pastel com caldo de cana. Eu estava conversando com dois caminhoneiros que pararam ali para fazer um lanche (a pedra é quase na saída da cidade) e fazendo piadas e rindo muito quando depois de mais ou menos uns 10 minutos Marcos encosta o carro, nessa hora eu até me esqueço da presença dos caras e pergunto:
Eu: Já? Você já comeu a puta? Kkkk
Ele com raiva fala para eu entrar no carro e ir embora, rindo muito eu entro no carro e ele arranca rapidamente me xingando que fiz zueira na frente dos caras, como explicar que era só espanto mesmo, mas ele ficou com tanta raiva que nem quis ir no outro puteiro para que eu também pudesse “tirar uma” e assim naquela noite acabei ficando na mão, literalmente.

DANÇA IGUAL HOMEM PORRA - 2008

Eu, Marcos e Pedro estávamos em um show de sertanejo, Jorge e Mateus para ser mais especifico, porém, o show seria aberto por uma banda de axé, chegamos e já estava rolando o agito com a banda de axé, mal chegamos e eu tinha visto um grupo de garotas e chamei os rapazes para chegar nas garotas, eles disseram que ia comprar bebidas primeiro, nunca fui muito de deixar para depois e colei sozinho com as meninas, papo vai, papo vem e acabei ficando com uma que esqueci o nome e aqui na narrativa vou chamar de Lorena.
O show aconteceu no parque de exposições rurais da cidade e fui ficar com a menina atrás das baias onde ficavam os cavalos. Fiquei ali com Lorena até o início do show de Jorge e Mateus, quando voltamos para a área onde estava ocorrendo o show, ficamos ali estilo casalzinho curtindo o show, quando lá para o final ela disse que tinha que ir encontrar com sua amiga (foi quando lembrei que eu também tinha que encontrar meus amigos), nos despedimos e eu nem peguei seu número (realmente não sei porque, pois foi muito bom ficar com a gata), fui procurar meus amigos e depois de rodar bastante os encontrei, para minha alegria os avistei bem na hora que Pedro estava rindo muito e como a música que tocava ao fundo era mais agitada Marcos estava dançando, quando do nada uma menina muito parruda e esquisita, com um braço maior que a minha coxa dá um puta tapa em Marcos e diz:
Garota parruda: DANÇA IGUAL HOMEM PORRA!
Eu e Pedro caímos em prantos de tanto rir, e ficamos ali por perto para rir de nosso amigo que ficava com uma menina que até hoje eu tenho minhas dúvidas se ela era realmente uma garota. Até hoje eu não consigo parar de rir toda vez que vejo a foto da garota que Pedro tirou pouco antes do tapa corretivo.
O show acabou e enquanto estávamos no canteiro na avenida em frente esperando o táxi que havíamos pedido Pedro acha uma latinha de cerveja lacrada, morrendo de sede peço que ele abra para que possamos tomar a “saideira”, ele fala que não, pois iria levar para sua mãe. Eu apelo, jogo a lata e digo:
Eu: Quer saber mano, nem eu nem sua mãe.
Pedro: Cara eu só não vou te bater porque depois de ver Marcos apanhando de uma menina kinder ovo (vem com uma surpresinha dentro) eu realmente preciso aprender a ser mais condescendente com meus companheiros.


AH MÃE DEIXA EU IR - 2010

Eu não tinha nenhum lugar para passar a virada do ano em 2010, então por falta de opção resolvi ir na festa que Pedro estava fazendo em sua casa, evento que já era clássico, porém sem mulheres, típico também das frestas organizadas por Pedro. Como o aniversário do meu pai tinha sido dia 27, então eu ainda estava com um sistema de som muito bom que eu tinha pego emprestado com meu antigo patrão, então me ofereci para levar o som para agitar mais a parada.
Eu fiquei a noite toda brincando com o som e pagando de DJ, na falta de alguém para comer, a cerveja estava quente e eu nunca fui fã de vinho barato, então eu não tinha muitas opções.
Até que uma garota que eu estava ficando me ligou perguntado se eu podia ir buscar ela em sua casa (eu havia chamado ela, mas ela disse que já tinha uma festa para ir). Fui encontrar com ela em sua casa e levei ela para casa de Pedro, no caminho ela me disse que a festa só iria realmente ficar boa depois das duas da matina, então queria ficar comigo um pouco e quem sabe eu até animasse ir com ela para outra festa (eu até queria, mas agora não podia mais, se eu deixasse o sistema de som que nem era meu na casa de Pedro sozinho por muito tempo, com certeza um dos amigos aparecidos dele poderiam inventar de mexer e fuder a aparelhagem cara que não era minha), eu não iria mas que se foda, pelo menos teria alguém para beijar e dar uns amassos na virada e naquela festa com isso eu já era o rei da parada (kkkk).
Fiquei com a garota atrás das caixas de som durante todo o tempo que ela esteve na festa (Pedro não deixou eu comer ela no seu quarto), até que ela diz que tinha que ir embora, mas que dava tempo para a gente trepar um pouco antes da festa, vamos para sua casa e transamos na sala mesmo, o tesão era demais, e a garota também, terminamos e ela vai tomar um banho para ir para sua outra festa e ou volto para cuidar do meu som.
Quando chego os rapazes estão me esperando na porta, pois segundo Pedro e seu vizinho tinham três meninas gostosas e safadas sozinhas em casa, doidas para dar, eu achei que aquilo tinha um pouco de exagero para me convencer a ir com o carro para lá que se foda, já tinha tirado uma mesmo, o resto agora era lucro, dou uma vistoria no sistema de som e quando estamos saindo a mãe de Pedro grita:
Mãe de Pedro: PEDRO, VOCÊ NÃO VAI ENTRAR NESSE CARRO POIS TODOS ESTÃO BÊBADOS E ISSO NÃO VAI ACABAR BEM!
Pedro: Mãe ninguém está bêbado não (e realmente não estávamos, a cerveja estava quente e nem animamos de beber) só vamos visitar umas amigas e já voltamos.
Mãe de Pedro: Você não vai e pronto.
Cara dá para acreditar que um cara de 22 anos não comeu umas safadas porque a mãe não deixou? Eu quis ir sem Pedro assim mesmo, mas a galera disse que era sacanagem e desistiram. Em outras épocas eu teria convencido todos a ir sem Pedro mesmo, mas não quis bancar o FDP e eu já tinha trepado mesmo, então que se foda, era melhor bancar o camarada e cuidar do sistema de som enquanto eu ria da cara de Pedro que por conta da “mamãe” perdeu uma foda certa.


REBOCAR UM TETO TEM LÁ SUAS VANTAGENS - 2010

Eu trabalhei viajando durante um tempo, montava sistemas de som para igreja católica, para economizar despesas com hotel, costumávamos ficar na casa paroquial (o que era ótimo pois na casa do padre a comida é ótima), montando um sistema em uma cidade do interior de minas fiz amizade com o irmão do padre, e o garoto era o radar de piriguetes da cidade (sim eu tinha que colar com ele, era minha chance), sendo assim combinamos de sair para tomar umas depois de passar o som na missa. Como o sistema de som da igreja era grande eu estava viajando na caminhonete do dono da empresa, uma Mitsubishi L200 que chamava muita atenção.
Sentamos no bar e começamos a falar besteiras e encher a cara quando vejo uma morena linda, peito durinho, bundinha empinada, cara de boqueteira, simplesmente meu tipo de garota. Como o irmão do padre conhecia todas as garotas da cidade peço a ficha e ele me fala que era a maior vagabunda da cidade e que todos já tinha comido ela (opa chegou minha vez!), peço que chame ela para sentar em nossa mesa, ele o faz e começo a conversar e paquerar a gostosa.
Tipo que eu sempre gostei de mulheres burras quando meu único desejo era comer e sair fora, mas ela transcendia o limite do aceitável, com 5 minutos de conversa eu simplesmente tinha perdido o tesão (e olha que com 20 anos isso era bem difícil, depois do 25 eu fiquei mais criterioso. SIC...) E já estava pensando como me livrar daquela garota, quando ela fala que tinha me visto na igreja com meu “carrão” e pergunta se meu trabalho dava dinheiro, aí eu respondo:
Eu: Querida quem dá dinheiro é pai e mãe
Gostosa burra: Nossa que grosso
Eu: Só a verdade, eu não crio as regras
Gostosa burra: E o que você fazia antes de mexer com projetos de som?
Eu: Eu era servente de pedreiro
Ela me olha com cara de espanto, seguro os risos e antes que a Gostosa burra pudesse falar algo eu completo:
Eu: Mas eu já estava sendo promovido a pedreiro, já consigo rebocar um teto sem deixar massa cair na cara, e isso é algo bem difícil.
Ela com cara de espanto dá um sorriso amarelo, fica ali por mais uns minutos e diz ter se lembrado que sua mãe não está muito bem e precisa ir cuidar da mãe, e até que enfim após sua partida podemos continuar bebendo e falando besteiras. E esse foi o fora mais sem noção que eu já dei, mas com 100% de eficácia, porém recomendo apenas para casos extremos.


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