sábado, 15 de abril de 2017

SEMÁFORO TAMBÉM SERVE PRA PAQUERAR

Ocorrida em 2011

Um dia voltando da casa de um amigo de carro estava com o som bem alto ouvindo música country, não é de minhas preferidas, mas Alan Jackson tem um som bacana, fui mudar de música e por vacilo meu acabei fechando o carro da frente na rotatória, fiquei meio sem graça pela barbeiragem e assim que pude abri pro carro passar meio que como uma manobra de “desculpas”, quando o carro me cortou vi uma loira linda, peitos parecendo dois melões na feira que olhou pra mim e sorriu com um olhar misto de interesse e safadeza. Eu sabia que provavelmente era coisa da minha cabeça, mas por via das dúvidas resolvi seguir a garota na esperança de conseguir seu telefone, tive de repentinamente mudar meu caminho, mas nada que desviasse substancialmente da minha rota, sendo assim segui, havia um semáforo a frente e contando que o mesmo estaria fechado era só parar do lado e pedir seu telefone, porém para meu azar o mesmo se abriu inviabilizando assim meus objetivos.
Mas eu estava focado e me sentia em uma partida do Gran Turismo, segui ela até ela virar em uma rua mais estreita, fiquei dando farol alto para ela reduzir, ela ficou sem entender, emparelhei meu carro com o dela e pedi seu número, assim direto, na lata, não tinha como puxar assunto do nada no transito (foi quando percebi que ser cara de pau tem lá suas vantagens), ela me pediu pra encostar meu carro e ir falar com ela, assim o fiz e já fui entrando em seu carro do lado do carona, eu não podia acreditar, aquela garota era linda, corpo escultural, roupinha de academia, e uma cara de atriz pornô que me deixou doido pra comer ela ali mesmo. Entrei no carro e ela me perguntou:
Garota gostosa: Você sempre aborda garotas assim?
Eu: Não com frequência, você foi a segunda (na verdade tinha sido a primeira, mas pensei que se eu fosse sincero ela não acreditasse em mim, paradoxal eu sei.)
Garota gostosa: Você é muito doido, mas é bonitinho
Eu: Eu ouço isso com uma certa frequência que estou começando a acreditar
Garota gostosa: A parte do doido ou do bonitinho?
Eu: Os dois, a propósito, qual seu nome?
Garota gostosa: Erica e o seu?
Eu: Fulano
Erica: Por que você me parou dessa forma tão inusitada?
Eu: Sinceramente eu não sei, queria seu telefone e foi a única forma que eu consegui pensar.
Peguei meu celular e anotei seu número, ela me disse que precisa ir pois sua mãe a esperava e ela não estava muito bem e só ela podia cuidar dela, compreensivo que sou entendi a situação, mas fui me despedir com um beijo, ela não se esquivou e fechou o vidro do carro, entendi aquilo como um sinal pra pegação liberada e cai matando, no começo ela me freou mas fui insistindo e ela foi consentindo até que ela apertou meu pau e disse que precisava mesmo ir, tentei continuar mas ela foi bem incisiva e achei melhor me conter, afinal já tinha conseguido muito pra apenas uma noite que não estava nos planos mais que séries e pipoca na tevê.
Uns dois dias depois resolvi ligar para ver se rolava mais que uns amassos e apertos de pau, liguei e combinei um rolê para o sábado, ela disse que preferia me encontrar no bar combinado, não entendi mas aceitei, percebi que com ela era bem melhor essa vibe de pegação sem muita enrolação de pegar em casa, abrir a porta do carro e tudo mais (não sou contra romantismo, mas a pegada com aquela menina era chapa quente, não precisávamos mudar o rumo para esse lado mais romântico).
Cheguei e fiquei escorado no carro esperando ela chegar, quando vi seu carro acenei (e percebi que foi meio estranho, pareci um adolescente ansioso) ela estacionou e veio me ver, tentei beija-la que se esquivou e sussurrou no meu ouvido:
Erica: Agora não gato, para que a pressa?
Percebi que ela queria atiçar, mas ok eu também sei jogar esse jogo, e ficamos nessa a noite toda, ela não bebia e isso dificultou um pouco as coisas para mim, mas quando senti que era hora pedi a conta e fomos em direção meu carro, quando ela me disse:
Erica: Onde está me levando?
Eu: Pro motel, não é obvio?
Erica: Ah eu não sei...
Eu: Entra aí gata, eu sei por nos dois
Erica: e meu carro?
Eu: Deixa ele aí, na volta a gente passa aqui e pega ele
Erica: Ok, estou confiando em você viu...
Fomos até o motel, chegando lá ela queria conversar e relaxar um pouco, mas eu só queria foder aquela gostosa, cara ela era muito linda e podíamos conversar depois do sexo, seria uma melhor forma de aproveitar o tempo, assim fizemos e depois do sexo fomos para a hidromassagem, e o papo foi tão bom quanto o sexo, voltamos para a cama e trepamos mais umas duas vezes até eu cair no sono e só acordar lá para as 5 da matina com ela falando que precisava ir embora pois estava preocupada com seu carro, achei justo, e assim fizemos chegando onde estava seu carro ainda tentei dar uns amassos no carro mas ela disse estar cansada demais e queria ir embora, e assim terminou a noite do sábado.
Erica me ligou no domingo lá pelas 14 horas, mas eu não atendi, não queria que ela confundisse sexo com qualquer outra coisa, pensei que estávamos na mesma vibe, mas comecei a duvidar depois disso, uns três dias depois liguei chamando para sair novamente, mas ele fez cú doce e não rolou, ficamos nesse por um tempo até que quando estava quase desistindo ela aceitou e já fomos direto para o motel, realmente o sexo com Erica era incrível, ela parecia insaciável, quando eu terminava ela já queria mais e mais, me chupava até eu estar pronto novamente e cavalgava com gosto em meu pau, e foi assim a noite toda, foi a primeira vez que virei a noite em um motel, mas não sei o que fiz de errado pois depois disso nunca mais ela me atendeu e não tive mais notícias suas, mas se hoje ela estiver casada ou namorando este cara tem minhas saudações pois ele realmente é um cara de sorte.

Escritor Misterioso




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