terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

TRANSAR NA RUA PODE SER MUITO PERIGOSO, MESMO QUE DIVERTIDO

Ocorrida em 2010
 Eu ficava com uma amiga minha com uma certa periodicidade, aquilo era perfeito, pois não tínhamos apego, apenas sexo, eu sabia que ela ficava com outros e ela também sabia disso e não nos importávamos, desde que ambos satisfizessem um ao outro na cama (ou melhor, no sexo, nem sempre era na cama) era o que meus pais chamavam de amizade colorida, uma galera hoje em dia chama de amizade com benefícios, mas para a gente era só um lance d’hora que não precisava de nome, o importante era gozar.
Como eu e a Brenda éramos amigos eu não precisava tirar onda nem nada, um dia eu estava com R$20,00 na carteira e doido para trepar e beber, liguei pra Brenda e perguntei se ela topava, mas que ela tinha que bancar boa parte do rolê porque eu estava na baixa, na época eu pegava projetos freelance e montava som e estava em uma época de poucos projetos, mas a Brenda gostava de boa foda e boas histórias, tudo estava a meu favor.
Fomos a um bar na avenida principal da cidade, bebemos, falamos besteira e quando estávamos altos e cheios de tesão (na verdade quando eu a vi com aquele tomara que caia e os peitões quase pulando para fora eu já estava pronto para o abate, mas beber uma e falar putaria também era muito bom) resolvemos ir fuder no motel, porém mesmo eu tinha um padrão e não queria abusar da gata que já estava bancando o rolê, e eu sempre tive vontade de comer uma menina na rua ai fiz a proposta, porém ela me entendeu errado e achou que eu queria trepar no carro.
Eu: Gata, vamos fazer algo diferente, bora trepar numa rua escura qualquer
Brenda: Por mim tudo bem, trepar no carro é apertado, mas eu curto a adrenalina
Eu: Você não está me entendendo, eu disse na rua, não no carro
Brenda: Você está doido, sei que já fizemos umas paradas muito doidas, mas isso é muito arriscado
Eu: Brenda, você quer ser uma velha chata e mal-amada que não tem nem um par de boas histórias loucas para contar?
Sim eu sei que apelei, mas Brenda era muito louca e gostava de bancar a rockeira doida, estilo Natasha da música do Capital e com certeza se alguém toparia aquela viagem seria ela. Tanto que depois de muito insistir ela topou
Parei em uma rua em um bairro próximo de minha casa e bem parado, escorei ela de quatro no capô do carro, subi sua saia, baixei sua calcinha e comecei a meter forte, no começo ambos ficamos apreensivos, mas depois a coisa foi esquentando e nem nos importávamos mais com esse lance de estar na rua e a porra toda, só queríamos gozar e ter algo para contar para nossos netos daqui 30 ou 40 anos.
Terminei estava lavado de suor e muito feliz por minha conquista, voltamos para a avenida, paramos em uma loja de conveniência e compramos uma Coca e um pão recheado (nem tudo é bebedeira) estávamos famintos depois de tanta ação e adrenalina. Deixei ela em casa, guardei o carro na garagem, vomitei o pão com coca no jardim (nunca misture, quando for beber fique sempre no álcool, vai por mim eu sei o que estou falando, ou não nunca se sabe) e fui dormir.
Acordei lá para as 10 horas e ainda me sentia realizado por minha conquista, até ser abordado por meu pai que me vem me perguntar onde eu estacionei o carro na noite anterior, começo a me preocupar com medo que algum conhecido dele tenha visto toda aquela fudelancia e reconhecido o carro ou algo do tipo e que ele iria me esfolar vivo por fazer algo do gênero, mas me mantive firme e com a maior cara de pau falo que o carro esteve por todo tempo estacionado na avenida, onde eu o via a todo tempo. Ele me chama e me mostra o capo com vários arranhados lá pelo meio parecendo que um gato estava deitado no capô (na verdade uma gata, e daquelas bem safadas) falei com pai que não fazia ideia e que provavelmente já estava assim (mesmo sabendo sim que com certeza os anéis que Brenda usava, afinal ela era rockeira lembra? Tinha feito tamanho estrago), ele na dúvida fala que talvez, mas que iria parar de me emprestar o carro porque toda vez que deixava o carro comigo acontecia algo de errado ou estranho, ele nunca cumpriu sua palavra, mesmo tendo de confessar que ele estava certo.


PÓS HISTÓRIA
Com 20 anos eu era tão sem noção que na mesma noite sai novamente (com o carro, kkkk) e fui na casa de Brenda com algumas cervejas (ainda bem que não precisei gastar os R$20,00 da noite anterior) e sentamos na área da sua casa (seus pais já me conheciam e eram tranquilos, acho até que pensavam que éramos namorados ou algo do tipo), e ficamos rindo enquanto eu contava para ela a história e que precisávamos fazer isso com maior frequência, mas que da próxima sem os anéis. E ainda por sorte minha e azar do meu pai alguns meses depois um motoqueiro bateu de frente em seu carro, e no conserto (que foi pago por ele), os arranhados de Brenda entraram na conta, é eu sou mesmo abençoado pelos deuses do álcool.



Escritor Misterioso

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Cidade

Andando pela rua
Contemplo
Prédios, sujeira, fedor
Sinto
Angústia, pressa, azia
Procuro
Abrigo, chove, me molho
Acho
Marquise, me escondo, espera
De repente
Casal, risadas, beijos
Me pergunto
Esperança, possível, quem sabe
Sorrio

Caminhar, chuva, por que não?


Sobre o autor: Jessica Alexandra, atriz, nerd e sonhadora. Paulistana que quer desbravar o mundo. Além de textos, quero escrever o meu futuro.

Doce Ilusão

Quando você acredita em algo e confia que vai acontecer, como você reage quando não acontece? Ou você não cria expectativas pra não se frustrar? Gostaria de não cria-las, mas elas me perseguem, grudam em mim.
Eu acreditava que talvez pudesse haver algo entre nós dois; "queremos a mesma coisa" ou "ele é perfeito pra mim"; e aí simplesmente não acontece, desanda. Nem um papo, nem uma boa conversa e aí as chances se esgotam, os olhares não se cruzam mais e as pessoas não imaginam mais vocês dois juntos. Eu disse que a esperança é a última que morre, mas isso quando se tem esperança, o que não é mais o meu caso, meu querido. E aí você nota que não significa nada pra pessoa e que quem criou a ilusão que a alimente, e eu alimentei demais.
Não culpo ninguém pelos meus planos fracassados. Eu acredito que a culpa de tudo é minha mesmo, eu assumo, então é como dizia Lulu "o que eu ganho e o que eu perco ninguém precisa saber".
O que eu acho mais difícil ainda é encontrar você todos os dias e não poder te abraçar nem chegar perto de você, te olhar e dizer o quanto eu gostaria de ficar te admirando sem julgamentos. Eu queria sim, sabe porque? Porque a cada dia eu sinto que você fica mais distante de mim; que o meu desejo de ficar perto vai me mostrando que a realidade é outra totalmente diferente. Eu me perco quando te encontro e o único lugar que posso ficar com você é nos meus sonhos. Ali você é meu, todo romântico. Você me manda flores e declarações, mas só ali. Na rua sou apenas mais uma, sou apenas alguém que você diz "Oi, tudo bem?"    e não passará disso. Nós sabemos. O mais difícil não é saber disso, é aceitar. Juro que gostaria que isso nunca tivesse acontecido mas não mandamos no nosso coração.
Enquanto isso fico aqui aguardando pelo próximo "Olá".

Boa noite, meu amor

Eu sonhei com você esta noite. Um desses sonhos que parece se desenrolar inteiro dentro de 3 segundos. Um desses sonhos confusos que a gente deixa cair quando acorda assustada, perdendo seus pedaços pelo chão.
Mas eu sonhei com você esta noite. Você estava lá. Você estava nos meus pensamentos quando despertei. Você estava no meu coração em forma de saudade.
Você estava nos meus sonhos, mas fugiu assim que meus olhos se abriram. Em um momento eu via você, ali, na minha frente. No outro, já não via mais. Algo me tirou daquele sonho como se tirasse um band aid. Arrancar você de mim assim doeu.
O quarto estava escuro e silencioso. A cama estava fria, e meu corpo também. Mas eu amava aquela brisa da madrugada entrando pela janela, e aquele céu pintado de estrelas em cima da minha cabeça. Sua ausência me fazia falta, me fazia triste. Você não estava comigo, mas não estava longe. E aquele céu… Ah, aquele céu era o mesmo para mim e para você.
Puxei o cobertor que a noite me roubou. Puxei um travesseiro e o abracei. Queria você aqui comigo. Ansiava pelo aconchego dos seus braços, sentir sua pele na minha e seu calor que parecia queimar. O toque dos seus dedos me arrepiava o corpo e a alma. Eu precisava ouvir sua voz rouca me dizendo:
Bonsoir, mon bien-aimé.

Sobre o autor: Jéssica Nogueira, 25 anos, mineira. Advogada, formada pela Universidade de Itaúna, buscando seu lugar no mundo dos concursos públicos. Apaixonada pelos detalhes. Leitora, sonhadora e escritora de desabafos.

Curiosidade...


Eram 3 das manhã e ele se viu perdido no tempo em frente ao laptop ouvindo Tiago Iorc em seus fones de ouvidos e ficava ali estático, feito bobo olhando a foto “dela” na tela, quem era ela e como aquele sorriso o fazia sorrir junto ele não sabia explicar, e ele passou a sentir paradoxalmente uma saudade daquilo que nunca teve.
Pensamentos povoavam sua mente logo ao acordar. Será que ela ainda está dormindo, ou será que já acordou? Será que dormindo é tão bela quanto acordada? Como será o seu cheiro? Que músicas gosta? Que filmes prefere?
E a mais importante de todas as perguntas: Por que essa súbita curiosidade? Logo agora! O que essa garota têm de mágico e especial que mexe com ele sem que ao menos se conheçam? Como que assim de longe ela aguça sua curiosidade e desperta seu interesse dessa forma?
E em meio de tantas dúvidas é bem provável que nunca tenhamos as respostas, apenas a curiosidade e a incerteza.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Para Alguém Que Vai Chegar



Ei, você. Você que vai chegar, pois sei que a qualquer momento você vai entrar e bagunçar tudo que eu demorei anos para arrumar. Vai derrubar as barreiras que ergui no meu coração. Eu espero que você consiga me entender, muito melhor do que eu me entendo as vezes.
Sei que você deve estar por aí, assim como eu estou por aqui, quebrando a cabeça com as pessoas erradas. Se perguntando onde está aquela pessoa que fará seu coração palpitar só em escutar a voz, e caso você não saiba, eu estou aqui.
Talvez eu more a duas ruas da sua casa, talvez eu more do outro lado da cidade, ou até do outro lado do estado, mas sei que em algum momento vamos nos encontrar. Você sorrirá um daqueles sorrisos lindos e eu vou ajeitar o fio de cabelo atras da orelha porque seu sorriso vai me desconsertar demais para pensar em agir de outra maneira. Vamos saber, naquele exato momento, vamos ter a certeza que esperamos um pelo outro desde o momento em que nascemos.
Ei, você que vai chegar... eu preciso que você saiba que eu vou ser chata as vezes. E que alguns dias eu vou surtar, vou falar que não quero mais, que não aguento mais, que não posso mais, mas tudo que eu quero é que você me mostre que eu consigo, que juntos vamos conseguir. E mesmo que você tenha que partir no fim das contas, para sua cidade, para seu emprego, para sua casa... Eu quero que prometa que sempre vai estar no meu coração. Já experimentei estar sozinha a dois, e esse não é um sentimento que quero repetir.
Me prometa que não vai me afastar das pessoas que amo, e me prometa que não deixará que eu faça isso também. Pois aprendi que liberdade é a forma mais linda de amar. Eu espero que você me deixe livre. Estar livre não significa que não quero me prender a você, só significa que eu sei que posso ir quando bem entender. Contudo, eu quero que você esteja ciente de que eu retornarei para você. Sempre. Todas as noites e dias. Quero ser livre o bastante para me dar conta de que liberdade nenhuma serve se eu não posso te ligar para falar do meu novo vestido que quero muito tirar para você quando nos encontrarmos.
Ei, você que vai chegar... Sorria. Mas não um sorriso forçado, sem graça, sem jeito... Um sorriso de verdade, um sorriso meu. Aquele sorriso que todas as vezes que você me olhar você abrirá, e vamos sorrir juntos por saber exatamente o que o outro está pensando, seja safadeza ou a lembrança de uma boa história que queremos compartilhar. Me deixe te fazer sorrir. Me deixe te contar piadas sem graça e morrer de rir com a cabeça no seu peito, mas me deixe principalmente te contar piadas sem graça e ver você sorrir das piadas idiotas que eu contar. Seja doce. Seja amargo. Seja meu. Não queira mais estar em outro lugar senão nos meus braços. Não queira mais beijar nada além de mim. E me beije. Me beije onde quiser, onde sentir vontade, onde desejar, se tem uma coisa de que gosto mais do que sorrisos esta coisa se chama : Beijo.
Acredito, que um beijo cura tudo, ou quase tudo. Desde um machucado físico, até um machucado sentimental. Me beije se eu estiver brava com você por causa da fulana que te olhou mais cedo no mercado, me beije se você estive bravo comigo por causa do toco de saia que eu usei na boate. Me beije quando estiver com ciúme, me beije quando eu estiver com ciúme, me beije se eu chorar, se eu sorrir, se eu brigar, mas principalmente me beije quando eu não merecer, me ame quando eu não merecer, e esteja lá, fique, mesmo quando eu não merecer, seja constante, faça-se presente. Meu presente.
Ei, você que vai chegar... seja meu amor de domingo. Se esparrame comigo para ver um filme novo, ou uma série legal o Netflix, curta uma preguiça roçando o pé na minha panturrilha, estrelasse os dedos dos fios longos do meu cabelo e vez ou outra me faça perder uma cena importante do filme, só para me beijar. Só para me dizer o quanto eu fico linda vestindo sua camisa velha. Seja meu amor de domingo e me ajude a cozinhar, e esteja aqui para me ver experimentar roupas novas, e ria das pegadinhas do Faustão comigo -mesmo aquelas que não tem graça- esteja aqui aos domingos para um almoço em família, para irmos ao shopping fazer bobeira, para fazermos amor a tarde inteira e quando chegar a noite você vai querer mais, eu vou querer mais. E essa é a parte importante de ter um amor de domingo, é saber que no domingo que vem nós vamos repetir tudo isso, exatamente igual, só que dessa vez, eu prometo que vou te amar muito mais.

Ei, você que vai chegar... Não precisa ter pressa, mas não seja lento. Só venha na hora certa. Me faça sorrir daquele jeito bobo, e não se esqueça de uma coisa: Eu não vou ser perfeita, mas prometo que vou te amar. Vou te amar muito, só me ame também!

E O SEU NAMORAMIGO?

Ocorrida em 2010

Eu tinha marcado de encontrar uma garota que eu conversava pela internet a um certo tempo, Gisele era estudante de psicologia, uma morena melancólica, de lindos cabelos compridos e olhar penetrante, e de uma ética pessoal um tanto quanto questionável.
Gisele tinha um amigo que sempre foi doido para namorar contigo e ela sempre negando e dispensando o garoto (típico da friend-zone) até que o garoto foi diagnosticado com câncer e por pena do garoto Gisele começou a namorar com ele, porém devido à complexidade de seu tratamento ele foi para outra cidade se tratar, e Gisele ficava com outros garotos normalmente, como se fosse solteira, pois como ela dizia ela era solteira, o namoro era só para dar alguma alegria a seu amigo (cara essa garota é doida, coitado de seus pacientes, hoje que ela é formada e atua como psicóloga). Eu não tinha muito critério e aceitei sair com ela mesmo sabendo das circunstâncias, combinei de encontrar com ela em uma praça escura que ficava relativamente próxima a sua casa, porém previamente eu já havia estudado o local para saber onde poderia dar uns amassos mais fogosos mais tarde.
Assim que ela chegou sentamos na praça e conversamos um pouco, ela parecia estar meio insegura, aproveitando da situação propus que fôssemos a um local mais tranquilo e daí para frente foi só beijos, abraços e chupões, nem parecia que era a mesma garota, no escuro ela se transformava totalmente, fizemos tudo que era possível salvas as restrições impostas pelo local. Depois de longos e intensos amassos fomos embora (cheguei em casa com as “bolas” doendo de tanto roçar no jeans).
Marcamos de sair no fim de semana seguinte, dessa vez no shopping, eu lembro de não estar muito bem naquele dia, pois tinha passado o dia todo de sábado assistindo animes e bebendo catuaba na casa de um brother meu, mas nunca que eu iria desmarcar um encontro com uma gata, era contra meu código de ética. Cheguei lá meio zonzo, acho que o álcool começou a fazer efeito, mas Gisele parecia ter tudo esquematizado, me puxou para um canto escondido do estacionamento que nem eu sabia que existia (mas ela com certeza já tinha ido ali antes), mas que depois daquele dia virei seu frequentador assíduo. Ficamos no mesmo ritmo do encontro anterior, até que me bateu uma tontura, pedi ela para parar pois eu estava meio tonto, mas ao invés de parar ele me disse que tinha o remédio certo, abaixou minhas calças e me chupou até as bolas, mas preciso admitir que o remédio dela realmente fez eu me sentir melhor, tanto que passei a usar esse método sempre que possível para curar os efeitos do álcool.
Eu fico pensando se o “namoramigo” de Gisele tem a mesma sorte, ou se esse é um presente apenas para suas aventuras fora do namoro.

PÓS HISTÓRIA


Eu ainda fiquei com Gisele mais umas duas ou três vezes, dessa vez em locais mais “discretos”, porém na mesma intensidade, e o mais engraçado que ela adquiriu o costume de me chamar de “vida”, foi aí que eu achei melhor sair fora antes que eu virasse mais um “namoramigo”, aí já viu né...


Escritor Misterioso

Amor de Chuva

​Um dia chuvoso, olho os respingos que escorrem da janela e é inevitável não pensar que tudo poderia ser diferente com você aqui, poderia mesmo? Nem eu sei, pois assim é o amor: nada mais que uma criança birrenta que deseja realizar todas as suas vontades aqui e agora, não precisa e nem pode ter nexo, o amor tem esse quê de egoísmo, de querer a todo custo estar ali, presente, cuidar, mimar, abraçar e beijar, e isso é o gostoso: um egoísmo mutuo que acaba se tornando companheirismo e afeto.
Mas a chuva não para e você não está aqui comigo, os filmes que escolhi a dedo pra assistir na sexta à noite não tem sentido sem você, sinto um vazio no peito, o vazio que sua falta me faz, não tenho mais a sua cabeça para recostar em meu peito, suas caras e bocas que me fazem esquecer os problemas, ou seus cabelos que adoro bagunçar, só pra senti-los em minhas mãos.
Porque as coisas não podem ser mais simples? Não coloque suas dúvidas, medos e incertezas em nosso relacionamento, não se preocupe tanto com os outros, viva sua vida, abrace o que a vida te proporciona hoje, pois o amanhã pode nunca chegar!